sábado, 31 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Water Babies / Malecon
Water Babies (Wayne Shorter)
Don Grolnick, piano
Michael Brecker, sax tenor
Dave Valentin, flauta
Mike Mainieri, vibraphone
Andy González, contrabaixo
Steve Berrios, percussão, bateria
Milton Cardona, percussão, conga
Don Alias, percussão, timbales
Malecon
(fj) Havana, Abril de 2003
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sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Quando, quando, quando?
O tipo anda a tocar por tudo o que é sítio longínquo - ilhas tropicais, África, Martinica, PALOPs, enfim... E eu aqui, há que tempos a dizer o mesmo: mas quando é que o Meddy Gerville vem a Portugal?!?
Afinal, a Ilha da Reunião não é assim tããao longe!
E é favor não passarem sem ver os trechos do "Blue Rondo à La Turk" e com a Paris Jazz Big Band.
Afinal, a Ilha da Reunião não é assim tããao longe!
E é favor não passarem sem ver os trechos do "Blue Rondo à La Turk" e com a Paris Jazz Big Band.
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
Alta
(fj) Coimbra, Julho de 2010(foto pós-processada - clicar para ampliar)
Para o Daniel Abrunheiro, que também, mas tão bem, anda a tirar retratos - podografias - de Coimbra.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Hoje há bola
E se a final do Campeonato do Mundo de Futebol fosse relatada pelo Hermeto?
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O Mercado
O Mercado Engenheiro Silva era onde quase sempre íamos aos sábados de manhã. Três ou quatro cestos de compras repartidos pelos Pais e por mim, saímos a pé, pisávamos o alcatrão torto das raízes que as árvores sempre teimam em deitar e, pela Rua Fresca, descíamos até ao Jardim.
Nas manhãs de Verão era aí que gansos e crianças disputavam o silêncio e onde, àquela hora, as folhagens já não disfarçavam o primeiro calor do dia.
Havia uma pedra saliente, cravada no chão, que eu nunca deixava de pisar. Luzidia, guardava uma reentrância escavada para receber a enorme tranca de ferro do portão do Mercado.
Uma vez transposta, dava-se início a um circuito já mais ou menos traçado. Frutas, peixe, legumes e carne, as bancas do costume e as conversas de sempre. Olhe este peixe que eu já tinha guardado para si, faço-lhe tudo a 2$50, leve estas que não se arrepende, olhe q’isto é só mel.
Carregados os cestos, o regresso. O Jardim novamente - agora mais quente - depois pela Rua Fresca acima, devagar, até à Igreja e depois a casa.
O Mercado ficou-me gravado como rotina matinal dos sábados. Não me lembro das caras, mas recordo-me do resto que está impresso nos sentidos - a algazarra de sons, o cheiro do peixe, o da carne cortada e o da criação que em pequenas capoeiras ali terminava a vida.
Em minha casa nunca se ia à praça, dizia-se ir ao Mercado. Hoje é um sítio arrumado, certificado, mas eu ainda gosto de por lá passar.
Ali nada é meu, mas quase podia ser.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Por que não?
Ao início fiquei surpreendido. Pior, céptico. Victoria Abril a cantar bossa com Rosa Passos?
Bom... pois a mim parece-me bem!
Bom... pois a mim parece-me bem!
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