Gosto muito disto, tantos anos depois.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Isto é bom, sim!
Não sendo esta a minha praia, rendo-me à criatividade, à direcção musical (José Mário Branco, pois claro), e ao rigoroso bom gosto.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
A ver o que vem daí
Bem, e as novidades são... "Larry Klein producing Ana Moura"!
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música portuguesa
segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Mariazinha na Blue Note
Fico contente pela chamada de atenção de João Moreira dos Santos no blogue “Jazz no País do Improviso“ para o CD de Lena d'Água, “Sempre”, gravado ao vivo no Hot Clube.Porque, tal como aí se refere, este CD não teve “a divulgação e aplauso merecidos em face do excelente material musical e vocal que apresenta”.
Porque também eu, na altura em que conheci o disco, fiquei com a sensação menos confortável de estar a passar ao lado de um disco mais do que apenas interessante.
Porque, quer se goste mais ou menos da Lena d’Água como artista e pessoa, ela será sempre uma das vozes mais carismáticas dos últimos 30 anos em Portugal.
Porque disso e de mais deu provas há algum tempo quando, por ocasião de um espectáculo transmitido pela televisão no qual se juntaram vários grupos e artistas da vaga de rock português de 1980, ela reapareceu a cantar ao vivo, dando um autêntico “banho” de voz que, caso houvesse justiça no mundo, deveria ter deixado envergonhados metade dos ídolos e “starlettes” que por aí pairam.
Fico contente por músicos como João Moreira no trompete, André Fernandes na guitarra, Marco Franco na bateria e Bernardo Moreira no contrabaixo, se empenharem em fazer música assim, bela e portuguesa.
E finalmente porque o CD “Sempre” tem o mérito de retomar 10 temas portugueses, entre os quais se encontram músicas tão belas como “A Noite Passada” de Sérgio Godinho e este maravilhoso “Mariazinha” de José Mário Branco.
domingo, 8 de novembro de 2009
Herr G.
Chama-se "51.11" este disco de Ramón Galarza ("Herr G."), primeiro álbum em nome próprio, lançado aos 51 anos e 11 meses.Não sendo extraordinário é bom, repleto de gente que sabe muito de música.
Curioso lançamento este, de cuja receita metade irá reverter para a instituição de solidariedade "Ajuda do Berço".
zé nabo (baixo), filipe raposo (piano), manuel paulo (clavinet, melódica, orgão), rui veloso (guitarras), joão cabeleira (guitarra - solo 2), miguel gonçalves (trompete), guto lucena (saxofone tenor), rui gonçalves (trombone), ramón galarza (bateria, wurlitzer, sintetizadores, percussões)
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Oh!
Uma música de Primavera para um fim-de-semana de Outono-quase-Verão. Os “Real Combo Lisbonense” aparecem a recuperar sonoridades e êxitos dos grupos e salões de baile dos anos 50 e 60.Bom fim-de-semana, se não nos virmos antes.
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terça-feira, 5 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
Vamos ao Porto
De um dos álbuns maiores, de um dos maiores da música portuguesa, a propósito da vinda a Portugal de um dos maiores do jazz.
Danilo Perez (p), John Patitucci (cb), Brian Blade (bt)
Lá iremos.
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
Regressos
Belo disco, duplo, de regresso de António Pinho Vargas e de lançamento de nova editora pela mão de David Ferreira.Chama-se "Solo" e foi gravado no Centro Cultural de Belém em Dezembro de 2007.
Sabe bem ouvir de novo temas assim.
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
Cantiga d'Amor
Tenho ouvido isto muitas vezes, muitas vezes; e ainda não me cansei.
É ou não é bonito?
É ou não é bonito?
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Canto Nono
Há uns anos que não me canso de os recomendar. "O Porto a oito vozes" é um dos cd's que mantenho bem guardados, arma secreta que uso quando preciso de tirar vantagem do factor surpresa.Em 2004, a CASA (Contemporary A Cappella Society) premiou os Canto Nono e a interpretação de "Etelvina” (de Sérgio Godinho, com arranjo vocal de José Mário Branco) com um dos “2004 Contemporary A cappella Recording Awards” na categoria “Best jazz song” (enfim, 'best song' talvez, mas jazz é que não).
Os Canto Nono existem desde 1992, trabalharam com Ward Swingle, 'himself', mas a verdade é que poucos de nós ouvimos falar deles e deste prémio. "O Porto a oito vozes" é um disco brilhante, gravado ao vivo durante o Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura. É comprar, é comprar... se o encontrarem!
Aqui fica essa tal Etelvina.
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