A imagem, vícios e atitude pessoal de Amy Winehouse fizeram com que quase sempre ela me passasse ao lado.
A inevitável exposição post mortem fez com que só hoje eu descobrisse este momento que, apesar da orquestra sofrível e do piano à beira do insuportável, é absolutamente esmagador e feliz.
Ignorá-la em vida e aperceber-me agora da dimensão desta voz – em particular nesta versão de “Teach Me Tonight” – é quase inteiramente minha culpa.