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domingo, 14 de setembro de 2014

sábado, 19 de julho de 2014

domingo, 6 de abril de 2014

Música, não importa como

Música, boa música, não importa de quem ou como - desde que boa. Como esta, que só hoje percebi que existe.

Júlio Resende - Barco Negro / "Amália por Júlio Resende"

 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Completo!

Ao completarmos mais um ano, aqui está um concerto completo. Na verdade, três.

Três apresentações televisivas de Wes Montgomery gravadas durante a sua viagem pela Europa em 1965.

Documentos históricos e de enorme interesse, quer pelo excelente som e imagem (se tivermos em conta a época em que foram feitos), quer pela oportunidade de ouvir e ver Wes com uma proximidade e de pontos de vista privilegiados. Veja-se por exemplo o último set, gravado em Inglaterra, com comentários do lendário Ronnie Scott.

Uma delícia de Fim de Ano! 

sábado, 23 de novembro de 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Que grande!, grande álbum!

Um álbum/tributo, todo ele com música da Joni Mitchell.

Que grande, grande voz, escolha de repertório (talvez o mais fácil, dada a riqueza da matéria prima), das parcerias, mas sobretudo que extremo bom gosto.

Para ouvir, re-ouvir, comprar e... ouvir, ouvir...

Que grande!, grande álbum!


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

Emilie-Claire Barlow (II)

Belíssimo tema (composto por Gordon Sumner, aka Sting)!

Imperdível o vocalese em uníssono com o piano.

domingo, 8 de setembro de 2013

Emilie-Claire Barlow

Assim sim, vale a pena conhecer as novas vozes!

(adenda: "novas", pelo menos para mim)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

RIP Mr. Duke

E obrigado por tanta, mas tanta Música!

sábado, 15 de junho de 2013

E se de repente soar a Steely Dan, isso é...

Ed Motta!

Novo disco, de título AOR (Adult Oriented Rock), provavelmente o melhor álbum que ouvi em 2013.



E há que ouvir tudo o que houver para ouvir deste guitarrista, cantor e compositor fantástico que é Chico Pinheiro.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

segunda-feira, 25 de março de 2013

Quem não viu que se roa de inveja

Foi exactamente isto - mais coisa menos coisa - que eu vi em Junho passado em
Oeiras.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Funky Claude

Sebastien Feval/AFP/Getty Images

Claude Nobs morreu ontem, na sequência de uma queda sofrida na véspera de Natal, enquanto fazia uma das coisas de que mais gostava, o esqui nórdico. Gostava também de outras coisas - cozinhar, viajar, conhecer pessoas, receber amigos no chalet de Caux, nas colinas sobre o lago Genebra - e de música. Claude gostava muito de música!

Quando em 1967 organizou a primeira edição do Festival de Jazz de Montreaux, não imaginaria decerto a dimensão da obra e do legado que viria a deixar aos músicos e à gente que, como eu, ama a música.

No chalet de Claude existe hoje um bunker onde está guardado um imenso espólio que inclui 5.000 horas de gravações áudio e vídeo, de mais de 4.000 concertos realizados ao longo de 45 anos do festival. São cerca de 10.000 gravações em fitas, bobinas, CDs, DVDs, etc., registadas numa dúzia de formatos diferentes. Parte desses registos foram salvos pelo próprio Claude Nobs, comprando-os de volta antes de serem destruídos pelas entidades que ainda os tinham à sua guarda (foi esse o caso das gravações feitas pela televisão suíça e, mais tarde, das gravações em HD feitas pela Sony).

Claude reuniu todos esses registos e criou uma entidade - “Montreux Sounds Digital Project” - para fazer a sua gestão e transposição para suportes de áudio e vídeo actuais.

Ter amor à camisola e ser generoso também é isto – utilizar em vida o dinheiro que se tem, em benefício dos que ficam.

Quando os Deep Purple escreveram a letra de “Smoke On The Water” referiram-se a Claude Nobs como “Funky Claude”, o director do Festival que andava ele mesmo a retirar jovens do interior em chamas do Casino Montreaux, onde antes o fogo deflagrara durante o concerto de Frank Zappa (“Funky Claude was running in and out, / Pulling kids out the ground.”).

Para muitos restará de Claude Nobs uma referência obscura num verso da letra de “Smoke On The Water”.

Para mim ficará a simpatia e enorme admiração por um homem generoso, amante não só do jazz mas de toda a música, e cuja pronúncia carregada de sotaque francês, que era característica sua durante as apresentações dos músicos, guardarei para sempre no ouvido.