Mostrar mensagens com a etiqueta coisas de nada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas de nada. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Mãos de tesoura

Tinha de ter uma destas! A "stork ", claro!

domingo, 15 de julho de 2012

Angústias

Faltam duas semanas para entrar em férias. Quero deixar o tempo correr, sem angústias.

Não gosto de sofrer por antecipação - prefiro ser positivo e não pensar que já só faltam cinco semanas para voltar ao trabalho.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

I once was lost, but now I'm found

(clicar para ampliar)

Afinal não. Julguei por momentos ter encontrado a resposta pronta na net, mas não, ainda não é desta que fico a saber o que é isso de "the meaning of life". Continuo, por isso, a subscrever uma das máximas minhas preferidas:

"My life has a superb cast but I can't figure out the plot" - Brilhante.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

iPad mousepad

Tive há dias um iPad à minha disposição durante algumas horas. Não sei se para os fiéis da igreja Apple isto será uma heresia ou não, mas surgiu-me na altura uma ideia para (ainda) mais uma aplicação iPad.

Podia chamar-se “iPad mousepad”.

Um bocado caro para tapete de rato, admito-o, mas daria um belo gadget high-tech.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Time Flies (sugestão de passatempo)

Caso não tenham assim muito que fazer num fim-de-semana como este que se aproxima, chuvoso e sombrio, deixo aqui uma sugestão criativa que ajudará também a acabar com aquelas moscas restantes de final de Outono.

Material necessário:

- Mata-moscas (jornal também serve)
- Papel
- Lápis e borracha

Espero que se divirtam e partilhem os resultados.

Ao trabalho! Time flies!









sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Steakhaus Bolero

Ontem voltei a jantar na casa onde, enquanto jovem estagiário praticante de leis, Goethe passou um curto período da sua vida. A casa está hoje transformada numa das melhores “steak houses” que conheço, com uma magnífica variedade de pratos de carne de vaca.

Pensei logo em pedir uma língua de Goethe.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O Mercado





O Mercado Engenheiro Silva era onde quase sempre íamos aos sábados de manhã. Três ou quatro cestos de compras repartidos pelos Pais e por mim, saímos a pé, pisávamos o alcatrão torto das raízes que as árvores sempre teimam em deitar e, pela Rua Fresca, descíamos até ao Jardim.

Nas manhãs de Verão era aí que gansos e crianças disputavam o silêncio e onde, àquela hora, as folhagens já não disfarçavam o primeiro calor do dia.

Havia uma pedra saliente, cravada no chão, que eu nunca deixava de pisar. Luzidia, guardava uma reentrância escavada para receber a enorme tranca de ferro do portão do Mercado.

(fj) Figueira da Foz, Dezembro de 2009

Uma vez transposta, dava-se início a um circuito já mais ou menos traçado. Frutas, peixe, legumes e carne, as bancas do costume e as conversas de sempre. Olhe este peixe que eu já tinha guardado para si, faço-lhe tudo a 2$50, leve estas que não se arrepende, olhe q’isto é só mel.

Carregados os cestos, o regresso. O Jardim novamente - agora mais quente - depois pela Rua Fresca acima, devagar, até à Igreja e depois a casa.

O Mercado ficou-me gravado como rotina matinal dos sábados. Não me lembro das caras, mas recordo-me do resto que está impresso nos sentidos - a algazarra de sons, o cheiro do peixe, o da carne cortada e o da criação que em pequenas capoeiras ali terminava a vida.

Em minha casa nunca se ia à praça, dizia-se ir ao Mercado. Hoje é um sítio arrumado, certificado, mas eu ainda gosto de por lá passar.

Ali nada é meu, mas quase podia ser.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

AEIOU

Quando estamos numa capital do conhecimento temos que contar que, a qualquer momento, possa ocorrer um aumento súbito do nosso capital de conhecimento.

aeiou

Foi o que já hoje me aconteceu nesta nossa Coimbra.

Lusa apenas.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008