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sábado, 15 de dezembro de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Alta
(fj) Coimbra, Julho de 2010(foto pós-processada - clicar para ampliar)
Para o Daniel Abrunheiro, que também, mas tão bem, anda a tirar retratos - podografias - de Coimbra.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
No Chimico em Coimbra
O que se anda a passar no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra é algo que tem que ser aqui "denunciado".Com efeito, o "velho" Chimico tem vindo a servir de base para um intenso e, também importante referi-lo, continuado trabalho de divulgação científica.
Ora, não apenas isso é útil desse ponto de vista, como permite igualmente encontrar alternativas interessantes para bem ocupar muitas horas.
Na verdade, a programação é vasta e cuidada. Para além das outras actividades e exposições que vão continuamente surgindo, atente-se nesta programação diversa:
Sábados no Museu
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=14&iId=84&iAreaFirstAccess=1#iItem_84
Boa Noite no Chimico
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=23&iId=96
Conferências Design e Multimédia
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=22&iId=104
Camões, o Céu e a Terra
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=22&iId=98
Os 12 homens que pisaram a Lua
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=13&iId=99
Determinismo e Extinção no Darwinismo
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=19&iId=95
À procura de Vida Extraterrestre
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=24&iId=102
Astronomia à Terça
http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=13&iId=62
Ao invés da completa inexistência deste tipo de iniciativas que se verificava há anos atrás, passou agora a estar disponível uma luxuosa oferta de alternativas.
Parabéns a quem disto faz vida.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
AEIOU
Quando estamos numa capital do conhecimento temos que contar que, a qualquer momento, possa ocorrer um aumento súbito do nosso capital de conhecimento.
Foi o que já hoje me aconteceu nesta nossa Coimbra.
Lusa apenas.quinta-feira, 30 de abril de 2009
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Coimbra, por Bobby Capo
(fj) Coimbra, Maio de 2008Mais uma vez lá estive e mais uma vez me pareceu deliciosamente decadente.
Muito a condizer com este Bobby Capo.
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terça-feira, 11 de março de 2008
Voo breve
(fj) Lisboa, 1993Ontem estive aqui, no sítio onde há 15 anos tirei esta fotografia. A gaivota já lá não estava, só estavam muitas outras, talvez suas filhas, ou netas, que eu não sei quanto vive uma gaivota.
Houve um amigo que morreu no último dia do ano passado e que também andava por aqui, pelo sítio onde há 15 anos tirei esta fotografia. Estivémos agora juntos, alguns, muitos, os amigos que ele espalhou de Coimbra a Lisboa, e mais longe ainda.
O Olímpio já não está no sítio onde há 15 anos tirei esta fotografia. Ontem estivémos só nós, os seus amigos, para falar dele e dos seus livros, das fotografias e das músicas, da Rádio em Coimbra e das anedotas.
Não sei quanto tempo vivem as gaivotas nem quanto tempo deviam viver os amigos.
Gostava de os rever agora, aos dois. Sei que deviam ficar connosco muito mais de 15 anos, ou 40, a idade do Olímpio.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Ay, ay que dolor!
Foi pouco depois de ela ter chegado a Coimbra, vinda de França. Trazida por mão amiga que nos apresentou, começámos cedo a gostar de estar juntos. Primeiro com os amigos, mas logo a seguir vieram as muitas, muitas noites passadas a sós. Ambos nos divertíamos com os seus taptépo e le funk du bègue.
Acabei por perdê-la. Procurei-a, mas ninguém a conhecia. Vi-a uma vez, na televisão, a cantar my funny valentine. Até que um dia, ao deambular sózinho por Toulouse, a reencontrei. Ali estava ela, só, na estante de uma FNAC. Avancei decidido, não perdendo a oportunidade. Puxei-a e trouxe-a comigo.
Nunca mais nos separámos, eu e este cd. Agora posso ouvi-la, sempre que quero, a reclamar-me só para ela - si tu me trompes, je te tue!
Acabei por perdê-la. Procurei-a, mas ninguém a conhecia. Vi-a uma vez, na televisão, a cantar my funny valentine. Até que um dia, ao deambular sózinho por Toulouse, a reencontrei. Ali estava ela, só, na estante de uma FNAC. Avancei decidido, não perdendo a oportunidade. Puxei-a e trouxe-a comigo.
Nunca mais nos separámos, eu e este cd. Agora posso ouvi-la, sempre que quero, a reclamar-me só para ela - si tu me trompes, je te tue!
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