“Vá a New Orleans... Vá a New Orleans...”, repetiu-me ele várias vezes ao longo de uma hora de conversa. Era pessoa que eu prezava e recordo com afecto. A conversa aconteceu há muito e, meses depois, traiu-o o coração.
Se hoje ele pudesse voltar decerto ficaria triste por ver que não segui o seu conselho. E eu, se entretanto tivesse ido a New Orleans, teria provavelmente visto não esta, mas certamente outras bandas na rua tão boas ou melhores do que esta.
E lembrar-me-ia das suas palavras e seguiria o chamamento de “Percolatin’ Blues”:
“Hop to the right, and hop to the left,
and percolate...”