quarta-feira, 2 de maio de 2012

Engenharia harmónica

Enquanto aguardo que me chegue às mãos o "Double Exposure" dou um salto ali a Dusseldórfia e deixo-vos a digerir algo que me foi dado a conhecer aqui.

A engenharia harmónica do “Satin Doll” chega ao limite da dissonância mas é toda ela soberba!

Até a pequena fífia aos 7’14’’ é menor porque todo o resto é maior.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

I Feel Band of Love, of Dreams

Que bonito isto é.

Se na altura eu soubesse, o meu amor por ele e pela música ter-me-iam feito dar-lhe o melhor leitor de mp3 do mundo.

Talvez hoje eu soubesse coisas que não sei.

domingo, 22 de abril de 2012

É muito bom haver gente a fazer álbuns assim

 
De um grande, grande, álbum - "Love Is a Four Letter Word" - uma enorme canção.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Rédeas


(fj) Figueira da Foz, Agosto de 2010

domingo, 15 de abril de 2012

Primeiro estranha-se, depois...

Do álbum "Funkhaus Studio Sessions", Jazzanova. Assim, com músicos em estúdio, ainda é melhor.

terça-feira, 10 de abril de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Espen Eriksen Trio

Mal ouvi trechos de algumas das faixas do primeiro álbum (You Had Me At Goodbye) decidi encomendar o CD. A Amazon inglesa levou 4 semanas para mo entregar (imagino um qualquer rapaz inglês a bater às portas das lojas de discos pela Noruega fora, em pleno mês de Janeiro), mas valeu bem a pena.

É bom? É.

Há coincidências? Se calhar não. Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Perdido o EST, aparece o EET. Da Suécia mudamo-nos para a Noruega.

Agora que está prestes a sair o segundo álbum do Espen Eriksen Trio (What Took You So Long) espero que o rapaz da Amazon seja mais rápido e eu não tenha de lhes relembrar o título do CD.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Parece-me bem

O rapaz compõe, toca e canta e tem um ar apresentável. Chama-se Tony DeSare, ando a ouvi-lo há já uns dias e continuo a gostar.



quarta-feira, 28 de março de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

Velhas facas de cozinha

São muitas e proveitosas as horas passadas a sós no silêncio da cozinha, só possível quando as crianças dormem já entre o hoje e o amanhã. São horas em que me intro/inspecciono e confirmo que resta ainda sanidade para aquilo que sobra do dia.

Há ainda poucas semanas, apeteceu-me terminar um desses momentos de remanso solitário com algumas sobras de fruta do jantar. Com o pensamento em deambulações de final de dia, peguei numa faca de cozinha quando, subitamente, me saltou à vista a curva pronunciada do seu gume. Com brusquidão quase a atirei para a bancada e de imediato a troquei por outra, logo ali ao lado.

Naquele gesto súbito recuei mais de quatro décadas. Em menos de um segundo revelaram-se memórias. No lapso de um momento traí-me e deixei que muros caíssem.




O gume desgastado daquela faca é igual aos gumes das facas das gavetas de casa dos meus pais, ou daquelas que eu via pelas cozinhas das tias que em pequeno eu visitava. Eram objectos tão familiares e próximos que deles eu conhecia cada contorno e detalhe.

As facas de cozinha aferem na perfeição o passar do tempo: os seus gumes rectilíneos vão-se encurvando com rigor frio, na medida exacta da passagem dos anos.

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Trazem-me muita clarividência as horas passadas a sós no silêncio da cozinha. Embrenho-me nestas constatações enquanto hoje chega um aniversário importante. As crianças acordam para o dia de escola, vestem-se, e mergulham na correria diária que hoje lhes há-de trazer ainda mais descobertas.

Está a chegar a sua vez de começarem a reparar nas lâminas das velhas facas.

Somos todos velhas facas de cozinha.

terça-feira, 13 de março de 2012

domingo, 4 de março de 2012

Conectividade

Isto deixa-me sinceramente emocionado - a possibilidade de verificar como podem ser criados laços e emoções através da música ( música = emoções, não é? ) recorrendo à conectividade ao nível planetário.

O primeiro vídeo mostra a conceptualização e o processo criativo, o segundo o resultado.

Afinal, não é isto que todos queremos - estabelecer contacto, ver e ser vistos, ouvir e ser ouvidos?



Eric Whitacre's Virtual Choir
 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

I've thrown a custard in your face

Pois, o título não era bem este, mas também esta interpretação de Barney Kessel (e em particular o solo de acordes) torna distinta esta versão do absolutamente maravilhoso "I've Grown Accustomed To Your Face", do musical "My Fair Lady".