domingo, 22 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Primeiro estranha-se, depois...
Do álbum "Funkhaus Studio Sessions", Jazzanova. Assim, com músicos em estúdio, ainda é melhor.
terça-feira, 10 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Espen Eriksen Trio
Mal ouvi trechos de algumas das faixas do primeiro álbum (You Had Me At Goodbye) decidi encomendar o CD. A Amazon inglesa levou 4 semanas para mo entregar (imagino um qualquer rapaz inglês a bater às portas das lojas de discos pela Noruega fora, em pleno mês de Janeiro), mas valeu bem a pena.
É bom? É.
Há coincidências? Se calhar não. Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Perdido o EST, aparece o EET. Da Suécia mudamo-nos para a Noruega.
Agora que está prestes a sair o segundo álbum do Espen Eriksen Trio (What Took You So Long) espero que o rapaz da Amazon seja mais rápido e eu não tenha de lhes relembrar o título do CD.
É bom? É.
Há coincidências? Se calhar não. Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Perdido o EST, aparece o EET. Da Suécia mudamo-nos para a Noruega.
Agora que está prestes a sair o segundo álbum do Espen Eriksen Trio (What Took You So Long) espero que o rapaz da Amazon seja mais rápido e eu não tenha de lhes relembrar o título do CD.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Parece-me bem
O rapaz compõe, toca e canta e tem um ar apresentável.
Chama-se Tony DeSare, ando a ouvi-lo há já uns dias e continuo a gostar.
quarta-feira, 28 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Velhas facas de cozinha
São muitas e proveitosas as horas passadas a sós no silêncio da cozinha, só possível quando as crianças dormem já entre o hoje e o amanhã. São horas em que me intro/inspecciono e confirmo que resta ainda sanidade para aquilo que sobra do dia.
Há ainda poucas semanas, apeteceu-me terminar um desses momentos de remanso solitário com algumas sobras de fruta do jantar. Com o pensamento em deambulações de final de dia, peguei numa faca de cozinha quando, subitamente, me saltou à vista a curva pronunciada do seu gume. Com brusquidão quase a atirei para a bancada e de imediato a troquei por outra, logo ali ao lado.
Naquele gesto súbito recuei mais de quatro décadas. Em menos de um segundo revelaram-se memórias. No lapso de um momento traí-me e deixei que muros caíssem.
O gume desgastado daquela faca é igual aos gumes das facas das gavetas de casa dos meus pais, ou daquelas que eu via pelas cozinhas das tias que em pequeno eu visitava. Eram objectos tão familiares e próximos que deles eu conhecia cada contorno e detalhe.
As facas de cozinha aferem na perfeição o passar do tempo: os seus gumes rectilíneos vão-se encurvando com rigor frio, na medida exacta da passagem dos anos.
Trazem-me muita clarividência as horas passadas a sós no silêncio da cozinha. Embrenho-me nestas constatações enquanto hoje chega um aniversário importante. As crianças acordam para o dia de escola, vestem-se, e mergulham na correria diária que hoje lhes há-de trazer ainda mais descobertas.
Está a chegar a sua vez de começarem a reparar nas lâminas das velhas facas.
Somos todos velhas facas de cozinha.
Há ainda poucas semanas, apeteceu-me terminar um desses momentos de remanso solitário com algumas sobras de fruta do jantar. Com o pensamento em deambulações de final de dia, peguei numa faca de cozinha quando, subitamente, me saltou à vista a curva pronunciada do seu gume. Com brusquidão quase a atirei para a bancada e de imediato a troquei por outra, logo ali ao lado.
Naquele gesto súbito recuei mais de quatro décadas. Em menos de um segundo revelaram-se memórias. No lapso de um momento traí-me e deixei que muros caíssem.
O gume desgastado daquela faca é igual aos gumes das facas das gavetas de casa dos meus pais, ou daquelas que eu via pelas cozinhas das tias que em pequeno eu visitava. Eram objectos tão familiares e próximos que deles eu conhecia cada contorno e detalhe.
As facas de cozinha aferem na perfeição o passar do tempo: os seus gumes rectilíneos vão-se encurvando com rigor frio, na medida exacta da passagem dos anos.
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Trazem-me muita clarividência as horas passadas a sós no silêncio da cozinha. Embrenho-me nestas constatações enquanto hoje chega um aniversário importante. As crianças acordam para o dia de escola, vestem-se, e mergulham na correria diária que hoje lhes há-de trazer ainda mais descobertas.
Está a chegar a sua vez de começarem a reparar nas lâminas das velhas facas.
Somos todos velhas facas de cozinha.
terça-feira, 13 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Conectividade
Isto deixa-me sinceramente emocionado - a possibilidade de verificar como podem ser criados laços e emoções através da música ( música = emoções, não é? ) recorrendo à conectividade ao nível planetário.
O primeiro vídeo mostra a conceptualização e o processo criativo, o segundo o resultado.
Afinal, não é isto que todos queremos - estabelecer contacto, ver e ser vistos, ouvir e ser ouvidos?
O primeiro vídeo mostra a conceptualização e o processo criativo, o segundo o resultado.
Afinal, não é isto que todos queremos - estabelecer contacto, ver e ser vistos, ouvir e ser ouvidos?
Eric Whitacre's Virtual Choir
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
I've thrown a custard in your face
Pois, o título não era bem este, mas também esta interpretação de Barney Kessel (e em particular o solo de acordes) torna distinta esta versão do absolutamente maravilhoso "I've Grown Accustomed To Your Face", do musical "My Fair Lady".
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Não perdôo
Morreu a Whitney Houston. Fiquei até tarde, já de madrugada, a ouvir
as suas músicas e os seus vídeos. Acredito que esta é uma boa homenagem que se pode fazer
a alguém que morre – apreciar aquilo que criou no dia em que nos deixa.
Já hoje, durante o dia inteiro, não quis ouvir mais nada dela. Acordei e procurei ouvir outras coisas. Fiquei triste e quase lhe ganhei rancor.
Deu-nos aquela que sem dúvida ficará como uma das melhores vozes de sempre. Levou milhares de jovens por todo o mundo a tentar cantar como ela, e algumas delas a tornarem-se artistas.
Fazer da vida dela o que ela fez é que não tem perdão.
Já hoje, durante o dia inteiro, não quis ouvir mais nada dela. Acordei e procurei ouvir outras coisas. Fiquei triste e quase lhe ganhei rancor.
Deu-nos aquela que sem dúvida ficará como uma das melhores vozes de sempre. Levou milhares de jovens por todo o mundo a tentar cantar como ela, e algumas delas a tornarem-se artistas.
Fazer da vida dela o que ela fez é que não tem perdão.
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