Já se estranhava o silêncio e temiam as razões para que, depois do álbum de 2009, não mais se tivesse ouvido falar dela. Até por aqui parecia estar votada ao esquecimento, passados mais de três anos sobre este post.
Nada disso - desde que comecei a segui-la, a Sophie Milman passou a residir em permanência nos meus leitores de mp3, pens e CDs espalhados entre a casa, o carro e o trabalho. Em busca de novidades, procurei saber dela, e eis que elas aparecem: o novo álbum já está gravado, chama-se “In The Moonlight”, e tem uma extensa lista de participações, muitos delas de pesos-pesados do jazz contemporâneo - Larry Grenadier, Lewis Nash, Kevin Hays, Gil Goldstein, Julian Lage, Gregoire Maret, Chris Potter, Randy Brecker, Romero Lubambo e Gerald Clayton.
Sai no dia 27 de Setembro, é produzido por Matt Pierson, e conta com arranjos de Alan Broadbent e Gil Goldstein, entre outros.
Afinal não. Julguei por momentos ter encontrado a resposta pronta na net, mas não, ainda não é desta que fico a saber o que é isso de "the meaning of life". Continuo, por isso, a subscrever uma das máximas minhas preferidas:
"My life has a superb cast but I can't figure out the plot" - Brilhante.
Sequência dos dois posts anteriores "Cinema de rua - Santo Amador, Moura", o documentário realizado e produzido por Rui Pedro Lamy e Diogo Vilhena, da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (2007).
A imagem, vícios e atitude pessoal de Amy Winehouse fizeram com que quase sempre ela me passasse ao lado.
A inevitável exposição post mortem fez com que só hoje eu descobrisse este momento que, apesar da orquestra sofrível e do piano à beira do insuportável, é absolutamente esmagador e feliz.
Ignorá-la em vida e aperceber-me agora da dimensão desta voz – em particular nesta versão de “Teach Me Tonight” – é quase inteiramente minha culpa.