quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sulbin, o mergulhador
Preparados para um exercício? Este é um video de um mergulhador Bajau, etnia originária das Filipinas e que se estende por uma grande parte do sudoeste asiático.
Conhecidos como os ciganos do mar pela ligação que desenvolveram com este, mergulham e pescam em apneia desde a mais tenra idade, altura em que grande parte deles rompe os tímpanos devido ao mergulho sistemático a grande profundidade.
Para acompanhar Sulbin neste mergulho em busca de alimento não é necessário muito esforço. Basta pôr o video em movimento, suster a respiração aos 22 segundos e aguentar, aguentar, aguentar... até vir à superfície!
Conhecidos como os ciganos do mar pela ligação que desenvolveram com este, mergulham e pescam em apneia desde a mais tenra idade, altura em que grande parte deles rompe os tímpanos devido ao mergulho sistemático a grande profundidade.
Para acompanhar Sulbin neste mergulho em busca de alimento não é necessário muito esforço. Basta pôr o video em movimento, suster a respiração aos 22 segundos e aguentar, aguentar, aguentar... até vir à superfície!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Espanto!
Nobuyuji Tsujii tem 22 anos, é japonês, cego de nascença e vencedor ex aequo do prémio Van Cliburn International Piano Competition de 2009.
Começou a estudar piano aos 4 anos e aos 12 deu o seu primeiro recital.
John Giordano, presidente do júri do concurso, disse: "He’s amazing. We closed our eyes and it’s so phenomenal that it’s hard to withhold your tears. Nobu played the most difficult hour-long Beethoven piece (Hammerklavier, Sonata no. 29) flawlessly. For anyone, it’s extraordinary. But for someone blind who learns by ear, it’s mind-boggling."
Outro crítico escreveu sobre ele: "It's almost beyond imagining that he has learned scores as formidable as Rachmaninoff’s Second Piano Concerto and Beethoven's Hammerklavier Sonata by ear…"
É ver o que se segue. São 7 minutos de video, dos quais 2 minutos e 40 segundos são de aplausos.
Começou a estudar piano aos 4 anos e aos 12 deu o seu primeiro recital.
John Giordano, presidente do júri do concurso, disse: "He’s amazing. We closed our eyes and it’s so phenomenal that it’s hard to withhold your tears. Nobu played the most difficult hour-long Beethoven piece (Hammerklavier, Sonata no. 29) flawlessly. For anyone, it’s extraordinary. But for someone blind who learns by ear, it’s mind-boggling."
Outro crítico escreveu sobre ele: "It's almost beyond imagining that he has learned scores as formidable as Rachmaninoff’s Second Piano Concerto and Beethoven's Hammerklavier Sonata by ear…"
É ver o que se segue. São 7 minutos de video, dos quais 2 minutos e 40 segundos são de aplausos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Delírio tonal
O tema Tico Tico no Fubá foi composto em 1917 por José Gomes de Abreu, o músico que acabou por ficar conhecido como Zequinha de Abreu . Inicialmente chamada Tico Tico no Farelo, trata-se de uma canção escrita sob a forma de choro. A rápida sucessão de notas da sua melodia evoca o frenesim do tico-tico, uma variedade de pardal da América do Sul, debicando o tradicional fubá afro-brasileiro (um preparado à base de farinha de milho).
Tico Tico no Fubá tornou-se mundialmente célebre com Carmen Miranda e o seu sucesso levou a que muitos, muitos outros o interpretassem. Mas a sua primeira gravação é esta, feita pela Orquestra Colbaz em 1931.
Por aqui ficaríamos caso me movesse apenas o interesse histórico. Mas não, não sendo esse o caso, o que aqui trago é a versão absolutamente única de Stefano Bollani, não pela velocidade com que ele a executa, mas pelo facto de ele alterar o seu centro tonal entre cada compasso (por vezes a cada dois compassos)!
Ou seja, Stefano Bollani reescreveu a música alterando sucessivamente o tom em que a executa.
Eu sei, admito que não consigo explicar isto convenientemente. Mas sei também que o conceito é difícil de imaginar sem ouvir o resultado. Ouçamo-lo, pois.
Delirante!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Asteróides
Alguém se lembra disto? Eu sim, e muito bem!
Chamávamos-lhe partir pedra, nome tão óbvio quanto o facto de terem sido incontáveis as horas passadas a bater os recordes da máquina.
Para apreciadores, uma versão jogável on-line, i-gual-zinha ao original.
Uma delícia de antigamente.
Asteroids made by Neave Games
Chamávamos-lhe partir pedra, nome tão óbvio quanto o facto de terem sido incontáveis as horas passadas a bater os recordes da máquina.
Para apreciadores, uma versão jogável on-line, i-gual-zinha ao original.
Uma delícia de antigamente.
Asteroids made by Neave Games
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
God's Gift To The World
É aquilo que estes dois são.
E, a propósito de dádivas ao mundo, a Trijntje deu ao mundo mais um álbum. Digo bem, deu!
A EMI Music Netherlands já o tinha anunciado e, no passado dia 15 de Janeiro, o álbum "Sundays In New York" (gravado em 2010 nos Estados Unidos com a Clayton-Hamilton Jazz Orchestra) foi oferecido com a compra do jornal holandês Algemeen Dagblad (que nesse sábado subiu a tiragem de 350.000 para 750.000 exemplares)!
O álbum não está à venda, nem nas lojas nem online.
Quem o quiser ter terá de googlar Trijntje Oosterhuis, Sundays In New York.
Bom proveito.
Labels:
al jarreau,
música,
trijntje oosterhuis
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Ruins of Detroit
Packard Motors Plant
Este é um livro acerca de ruínas. Não daquelas a que nos habituámos, antigas e assentes em séculos de história. São ruínas do nosso tempo, surgidas durante a segunda metade do século XX e continuadas no século XXI. São ruínas que, por serem contemporâneas, perturbam mais ainda.
Ballroom, Lee Plaza Hotel
Ballroom, American Hotel
Este é um livro que resulta de várias visitas a Detroit feitas entre 2005 e 2010 por dois fotógrafos franceses, Yves Marchand e Romain Meffre, e mostra o declínio de uma cidade (ou de uma sociedade?) dos nossos dias, no país mais poderoso do planeta.
Michigan Central Station
Detroit passou do esplendor de uma metrópole alimentada pelo crescimento explosivo da indústria automóvel (foi ali que Henry Ford estabeleceu a primeira linha de montagem de automóveis), a um estado de desintegração social e urbana resultante de factores sociais e económicos diversos – tensão social, conflitos raciais, êxodo da classe média branca do centro para a periferia, concorrência da indústria automóvel a partir do exterior, e o envio de boa parte da base produtiva e laboral para locais de trabalho barato fora dos Estados Unidos da América.
United Artists Theater
Somando a estes factores as recentes crises financeiras e de imobiliário, Detroit transformou-se num tecido social e urbano esfarrapado, uma cidade mais perigosa, com mais desemprego e onde agora, no meio de baldios e subúrbios em ruínas, cresce uma urban prairie do midwest americano.
William Livingstone House
O abandono do centro da cidade por parte das classes com meios para o fazer deixou o coração de Detroit transformado num terreno de sobrevivência precária, à mercê do caos, praticamente desprovido de infra-estruturas cívicas. Segundo Thomas J. Sugrue, que escreveu acerca da decadência e das origens da crise urbana em Detroit, "Even grocery stores and supermarkets disappeared from the city (...)". "By the first decade of the 21st century, observers described Detroit as 'a food desert' – a place without even a single, well-stocked supermarket within its boundaries."
Woodward Avenue Presbyterian Church
Dentist Cabinet, Broderick Tower
East Side Public Library
O espanto inicial de Marchand e Meffre ao visitar em pleno centro de Detroit ruínas de edifícios outrora esplendorosos, tornou-se maior ainda ao verificar que boa parte dos recheios foi simplesmente deixada para trás. À excepção do que entretanto foi roubado ou vandalizado, aquilo que antigamente enchia escritórios, escolas, igrejas, bibliotecas, organismos públicos e bancos, encontra-se lá, deixado a apodrecer.
Highland Park police station
National Bank of Detroit
Vanity Ballroom
Este livro chama-se "The Ruins of Detroit" e as suas fotos mostram-nos aquilo que, nas palavras dos autores, são “archetypal buildings of an American city in a state of mummification”.
Imagens que sugerem outros cenários pós-apocalípticos, uma outra Chernobyl ou um outro Katrina. Retratos do fim de um certo império?
Woodward Avenue from the Broderick Tower
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Do melhorzinho que tenho visto ultimamente
Um vício, estes dois! Primeiro estranham-se, depois entranham-se.
Depois de os ter conhecido aqui, já pus eu próprio várias pessoas a ouvir durante dias a fio Pomplamoose.
Como nesta música. Com versões destas nem quero conhecer os originais!
Depois de os ter conhecido aqui, já pus eu próprio várias pessoas a ouvir durante dias a fio Pomplamoose.
Como nesta música. Com versões destas nem quero conhecer os originais!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
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